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No dia 12/03/2025 um homem já conhecido no meio policial, devido à sua agressividade, causou danos em porta de vidro, cadeiras e computadores na 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Ouro Preto, além de se colocar nu e defecar no chão. Ele foi liberado por ser supostamente inimputável.
O homem, supostamente inimputável (quem em virtude de uma anomalia psíquica não é capaz, no momento da prática de um ato, de avaliar a sua ilicitude ou de se autodeterminar de acordo com essa avaliação) foi detido novamente, na manhã de hoje, pelos mesmos motivos, porém, como já relatado, não pode ficar preso. Após ser solto novamente, em rua próxima à delegacia de polícia, levou medo e tensão à população.
Ele saiu em disparada pelo bairro Bauxita, abalando e esmurrando portas de casas e desferindo golpes em veículos. Policiais civis foram ao seu encalço no intuito de, pelo menos, afugentá-lo para local menos movimentado, devido aos riscos à população.
Ao encontrar com o mesmo, um dos policiais, usando armamento com munição antimotim (os cartuchos são carregados com bagos plásticos para controle de distúrbios a curta distância, de cinco a dez metros) disparou para o homem cessar os atos violentos. Esse tipo de munição emite o mesmo estampido de uma munição comum.
Após conseguirem afastar o homem do bairro populoso, policiais ainda acompanharam o mesmo que se afugentou em área de mata próximo dali.
Um vídeo publicado em redes sociais desinforma e deixa aflita a população afirmando se tratar de tiroteio, o que não aconteceu. Somente um dos policiais efetuou os disparos não letais, o que difere de tiroteio que é um conflito violento entre grupos armados que usam armas de fogo, também conhecido como troca de tiros.
A polícia não pode determinar se uma pessoa é inimputável. A inimputabilidade é uma questão que deve ser comprovada por meio de laudo pericial. A inimputabilidade é uma causa excludente da imputabilidade, ou seja, uma situação que isenta uma pessoa de ser responsabilizada por seus atos.
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