- Resumo IA
• PF executa mandados em Barbacena contra abuso sexual infantojuvenil.
• Alvo usava redes P2P para distribuir conteúdo ilegal.
• Segundo investigado armazenava material em nuvem e fazia chamadas com menores.
• Foram apreendidos dispositivos eletrônicos para perícia.
• Nenhuma prisão foi realizada; investigações prosseguem.
• Termo “abuso sexual” é preferido a “pornografia infantil” por órgãos internacionais.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

Na manhã desta quarta-feira (10/12), a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Barbacena, Minas Gerais, em uma ação contra o compartilhamento e a produção de arquivos contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes.
De acordo com a PF, um dos alvos da operação utilizava redes peer-to-peer (P2P) para distribuir fotos e vídeos com conteúdo abusivo na internet. Essas redes P2P, conhecidas por sua forma descentralizada de compartilhamento, conectam diretamente os computadores dos usuários, permitindo a troca de arquivos sem passar por servidores centrais.
Já o segundo investigado armazenava os arquivos ilícitos em serviços de nuvem, incluindo conteúdos que indicam possível produção própria. Além disso, ele realizava chamadas de vídeo com menores de idade, o que intensificou a gravidade das investigações.
Durante as buscas, foram apreendidos um smartphone, um computador e vários dispositivos de armazenamento, que serão encaminhados para perícia técnica especializada. Nenhuma prisão foi efetuada até o momento, e as investigações continuam em andamento.
Importante destacar que, embora a legislação brasileira ainda utilize o termo “pornografia infantil” no artigo 241-E do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), órgãos internacionais recomendam o uso de expressões como “abuso sexual infantojuvenil” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”. Essa mudança de terminologia visa reforçar a gravidade do crime e o sofrimento das vítimas.

















