- Resumo IA
• Operação Baco combate bebidas adulteradas em Minas Gerais.
• Foram apreendidos quase 2 mil litros de bebidas irregulares.
• 29 estabelecimentos foram fiscalizados em abril.
• 1,7 mil itens foram inutilizados e 9 infrações lavradas.
• Participaram 91 agentes de diversas instituições.
• O risco de falsificação abrange destilados e cervejas.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em conjunto com as Forças de Segurança de Minas Gerais, detalhou nesta quarta-feira (6/5) o balanço oficial da terceira fase da Operação Baco. A iniciativa estratégica visa erradicar a fabricação e a venda de bebidas alcoólicas falsificadas, adulteradas ou sem o devido registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Durante todo o mês de abril, a operação percorreu 29 estabelecimentos em pontos estratégicos de Belo Horizonte, Betim, Contagem e Nova Lima. Entre os locais fiscalizados estão bares, depósitos e lojas no tradicional Mercado Central da capital mineira.

Foco na Reincidência e Resultados Operacionais
Um dos destaques da ação foi o retorno a um depósito no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima. O local já havia sido monitorado na segunda fase da operação, ocasião em que 79 mil litros de bebidas suspeitas foram confiscados.
Nesta etapa atual, os números consolidam o rigor da fiscalização:
- Mais de 1,7 mil itens (garrafas, dornas, barris e galões) foram inutilizados;
- Quase 2 mil litros de bebidas irregulares foram apreendidos;
- 9 autos de infração foram lavrados;
- 5 termos de interdição cautelar e apreensão foram emitidos.

Análise Técnica e Riscos ao Consumidor
Bernardo Naves, superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp, explicou que parte do material é destruída imediatamente, enquanto outra segue para perícia. “Bebidas apreendidas serão submetidas à análise laboratorial para constatação de adulteração. Esse veredito técnico é fundamental para o processo”, afirmou.
O superintendente também fez um alerta sobre o perfil dos produtos falsificados. Embora os destilados (como cachaças e uísques) sejam os alvos mais frequentes, o risco se estende a outras categorias. “Existe uma percepção de que o problema está apenas nos destilados, mas a cerveja também é alvo constante de falsificação”, advertiu Naves.
Força-Tarefa Integrada
O sucesso da Operação Baco é fruto da colaboração entre diversos órgãos. Ao todo, 91 agentes participaram das diligências, unindo esforços das seguintes instituições:
- Polícias Civil, Militar e Federal;
- Receita Federal e Secretaria de Estado da Fazenda (SEF);
- Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e IMA;
- Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e Vigilância Sanitária.
A delegada Renata Rodrigues de Oliveira Batista (Polícia Civil) e o capitão Rafael Veríssimo (Polícia Militar) reforçaram que a integração é a chave para uma fiscalização minuciosa. Segundo a cúpula de segurança, a Operação Baco é contínua e novas fases devem ocorrer para garantir a saúde pública e a legalidade do setor em Minas Gerais.




















