- Resumo IA
• PCMG concluiu a 3ª fase da Operação Amparo contra violência doméstica em Minas Gerais.
• A operação prendeu 45 agressores e cumpriu 120 mandados de busca.
• Foram apreendidas 10 armas e realizadas 239 visitas tranquilizadoras.
• A operação envolveu 520 policiais e 170 viaturas em todo o estado.
• Foram solicitadas 1.899 medidas protetivas e 3.154 vítimas atendidas.
• Denúncias anônimas de violência podem ser feitas pelos canais oficiais.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu a terceira fase da Operação Amparo, uma ofensiva estratégica de combate à violência doméstica em todo o estado. A ação, realizada ao longo do mês de março, resultou na prisão de 45 agressores e no cumprimento de 120 mandados de busca e apreensão.
Além das detenções, a força-tarefa apreendeu dez armas de fogo e realizou 239 visitas tranquilizadoras. Essas visitas são essenciais para monitorar a segurança de mulheres que já possuem medidas protetivas, garantindo que os agressores mantenham a distância determinada pela Justiça.
Estratégia e Alcance Estadual
A operação mobilizou cerca de 520 policiais civis e 170 viaturas, abrangendo Belo Horizonte e outros 19 departamentos mineiros. O foco principal foi a fiscalização da Lei Maria da Penha, identificando descumprimentos de ordens judiciais e retirando armas de circulação.
O governador em exercício, Mateus Simões, destacou a importância da ação. “O sujeito que agride uma mulher dificilmente possui apenas esse desvio de caráter. Durante as buscas, apreendemos também drogas e armamentos, retirando criminosos de circulação”, afirmou.
Balanço de Proteção à Mulher
A chefe da Polícia Civil, delegada-geral Letícia Gamboge, apresentou números expressivos do trabalho realizado pelas 69 unidades especializadas (Deams) apenas em março:
- 1.899 medidas protetivas de urgência solicitadas;
- 3.154 vítimas acolhidas e atendidas;
- 659 prisões em flagrante efetuadas.
Como Denunciar
O governo reforçou o apelo para que familiares, especialmente filhos, não hesitem em denunciar agressões contra a mulher. As denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa através dos canais oficiais da polícia.
A Operação Amparo reafirma o compromisso do estado em acolher as vítimas e responsabilizar agressores, unindo repressão policial e conscientização educativa.


















