- Resumo IA
• Série “Séculos em Som” lança entrevista com a organista Josinéia Godinho.
• Entrevista aborda reinauguração do órgão Arp Schnitger em 2025.
• Josinéia participou do evento “Sons do Sagrado” após dez anos de silêncio do órgão.
• Segundo bloco explora a trajetória de Josinéia desde a infância em São Paulo.
• Terceiro bloco discute desafios de atrair jovens para concertos didáticos.
• Josinéia é uma renomada intérprete de órgãos históricos e atua em Mariana.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A série sobre o Órgão Arp Schnitger da Catedral de Mariana, Séculos em Som, lançou nesta segunda-feira, 19 de janeiro, uma entrevista dividida em três blocos com a organista Josinéia Godinho, que aborda a reinauguração do raro instrumento em 2025, como foi despertada a paixão pela música e como ela vê os novos desafios.
O primeiro bloco da entrevista concentra-se em como Josinéia vivenciou a programação do “Sons do Sagrado”, realizada entre os dias 8 a 13 de dezembro de 2025, após o órgão ter ficado quase dez anos em silêncio. Godinho tocou em todos os concertos, acompanhando coros e orquestras ao longo dos seis dias de programação.
No segundo bloco, o Séculos em Som mergulha na biografia, explorando sua trajetória e carreira musical, desde sua infância em São Paulo, passando pelos estudos na Alemanha, até chegar a Primaz de Minas como organista oficial.
Já o terceiro, intitulado “A história se repete”, trata dos novos desafios que estão no horizonte, após quase uma década em que o órgão ficou silente. Um dos principais é como prender a atenção do público mais jovem nos concertos didáticos.
Clique abaixo e assista aos blocos da entrevista:
Sobre a organista
Josinéia Godinho é diplomada em música sacra e órgão pela Escola Superior de Música e Teatro de Hamburgo, na Alemanha, e uma das principais intérpretes brasileiras especializadas em órgãos históricos.
Natural de São Paulo capital, ela já teve passagens pela Holanda, Japão, México e Argentina. Acompanha celebrações, concertos e projetos culturais na cidade de Mariana, onde se tornou a organista titular da Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção, um dos mais importantes templos barrocos do Brasil.

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