- Resumo IA
• PCMG desarticulou esquema de falsificação de calçados, bloqueando R$ 10 milhões em bens.
• Investigações começaram após denúncias do Mercado Livre e Adidas.
• Operação dividida entre Nova Serrana e Ouro Branco para fabricação e logística.
• Vendas em larga escala por redes sociais e e-commerce com empresas de fachada.
• 15 mil pares de tênis apreendidos, mas sem prisões imediatas.
• Investigações continuam para identificar líderes e pontos de fabricação.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desarticulou um sofisticado esquema de falsificação de calçados que movimentava milhões de reais no estado. A operação, que mirou uma organização criminosa com pelo menos dois anos de atuação, resultou no bloqueio judicial de R$ 10 milhões em bens e contas bancárias dos envolvidos.
As investigações, lideradas pelo delegado Anderson Kopke, tiveram início após denúncias do Mercado Livre e da marca Adidas. O monitoramento revelou que a quadrilha operava um fluxo intenso de vendas de produtos piratas a partir de Ouro Branco, na região Central de Minas.
Estrutura e logística do crime
O grupo dividia suas operações entre dois polos estratégicos: Nova Serrana, principal centro de fabricação dos tênis falsificados e Ouro Branco, base logística e comercial, onde as mercadorias eram armazenadas e despachadas.
A venda ocorria em larga escala através de redes sociais (como o Instagram), sites próprios e plataformas de e-commerce. Para dificultar o rastreio das autoridades, os criminosos utilizavam empresas de fachada e “laranjas” para registrar CNPJs e movimentar o dinheiro.
Apreensões e próximos passos
Durante o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão, os agentes localizaram cerca de 15 mil pares de tênis prontos para comercialização. Embora 14 pessoas sejam alvos diretos do inquérito, não houve prisões imediatas. Segundo Kopke, o foco agora é a análise de dados fiscais e bancários para identificar os líderes que encabeçam a pirâmide organizacional.
“Nessas operações, encontramos muitos trabalhadores com carteira assinada. Precisamos de uma investigação estruturada para separar a mão de obra dos reais chefes do esquema”, pontuou o delegado.
As investigações prosseguem para detalhar a extensão da rede de lavagem de dinheiro e identificar outros possíveis pontos de fabricação.


















