- Resumo IA
• Teuda Bara faleceu em 25/12/2025, vítima de septicemia e falência múltipla dos órgãos.
• Estava internada desde 14/12 no Hospital Madre Teresa, em Belo Horizonte.
• Grupo Galpão destacou a perda imensurável para o teatro brasileiro.
• Fundadora do Grupo Galpão, Teuda foi ícone do teatro mineiro.
• Atuou em teatro, TV e cinema, deixando um legado de coragem artística.
• Velório ocorre em 26/12 no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.
Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

Detalhes da Morte
Teuda Bara faleceu nesta quinta-feira (25 de dezembro de 2025), vítima de septicemia com falência múltipla dos órgãos. A atriz estava internada desde 14 de dezembro no Hospital Madre Teresa, em Belo Horizonte, Minas Gerais
O Grupo Galpão confirmou a notícia em suas redes sociais, destacando a perda imensurável para o teatro brasileiro.
Trajetória Artística
Ícone do teatro mineiro, Teuda Bara foi uma das fundadoras do Grupo Galpão no início dos anos 1980. Ela integrou a maioria dos espetáculos da companhia, ajudando a consolidar sua linguagem artística reconhecida no Brasil e no exterior.
Além do palco, atuou em TV e cinema, deixando um legado de generosidade e coragem artística.
Velório e Homenagens
O velório ocorre na manhã desta sexta-feira (26), no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. O grupo expressou gratidão pela “alegria, força e luz” que Teuda espalhou em sua vida e carreira. Fique ligado para mais atualizações sobre homenagens à artista mineira.
Teuda Bara foi uma das maiores referências do teatro brasileiro, cofundadora do icônico Grupo Galpão e atriz de trajetória marcada por irreverência e inovação.
Início de Vida
Nascida em 1º de janeiro de 1941, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Teuda cresceu entre contrastes familiares: o pai, major dos bombeiros e trombonista, contrastava com a mãe religiosa, que sonhava em vê-la freira. Estudou Ciências Sociais na UFMG, onde descobriu o teatro amador, abandonando os planos iniciais para se dedicar à arte.
Sua independência veio cedo, com o fim de um noivado e uma fase hippie nos anos 1970, rodando o Nordeste.
Carreira no Teatro
Estreou profissionalmente em 1976 com “Viva Olegário”, dirigida por Eid Ribeiro, que a batizou artisticamente em homenagem à estrela do cinema mudo Theda Bara. Nos anos 1980, cofundou o Grupo Galpão com Antônio Edson, Eduardo Moreira e Wanda Fernandes, participando de 21 de 26 espetáculos, como “Romeu e Julieta” (1992), onde brilhou como a ama debochada.
Sua linguagem cênica transitou de comédia a circo, clássicos e contemporâneos, com apresentações no Brasil e exterior
Destaques e Premiações
No início dos 2000, integrou o Cirque du Soleil em Montreal e Las Vegas, convidada pelo diretor Robert Lepage após temporada do Galpão em Londres. Recebeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2007 por “Gota D’Água” e o Grande Colar do Mérito Legislativo de BH em dezembro de 2025.
Atuou em TV (“Meu Pedacinho de Chão”) e cinema (“O Palhaço”, de Selton Mello).
Legado Artístico
Teuda encarnou generosidade e coragem, ocupando ruas e palcos até os 84 anos, com sua gargalhada inesquecível. Protagonizou “Doida” (2015) ao lado do filho Admar Fernandes e deixou obras como “Nós” (2016). Sua biografia, “Teuda Bara: comunista demais para ser Chacrete”, de João Santos, celebra sua transgressão às expectativas.

















