- Resumo IA
• CBMMG busca jovem desaparecido no Rio Doce após bote virar.
• Operação no terceiro dia com apoio da Marinha e mergulhadores.
• Ian tentou nadar até a margem, mas submergiu e sumiu.
• Margem do rio tem 400m de largura e 6-8m de profundidade.
• Buscas começaram com câmera térmica, mas sem sucesso inicial.
• Baixa visibilidade e fundo lodoso dificultam operações.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) segue mobilizado nas buscas por um jovem que desapareceu nas águas do Rio Doce, no distrito de Pedra Corrida, após o bote em que ele estava virar durante uma travessia. As operações entraram no terceiro dia consecutivo nesta terça-feira (4), com a participação de equipes especializadas em mergulho e apoio da Marinha do Brasil.
De acordo com as informações repassadas aos militares, a embarcação transportava um grupo de jovens quando, por motivos ainda desconhecidos, acabou virando no meio do rio. Os demais ocupantes conseguiram permanecer agarrados ao bote, enquanto a vítima, identificada como Ian, tentou alcançar a margem oposta nadando.
Durante a tentativa de travessia, testemunhas relataram que o jovem começou a apresentar dificuldades, passou a se debater na água e, em seguida, submergiu, desaparecendo no leito do Rio Doce. Segundo moradores da região, o trecho onde ocorreu o acidente possui aproximadamente 400 metros de largura e profundidade entre seis e oito metros.
Primeiro dia de buscas contou com câmera térmica
As buscas tiveram início no último sábado (2), quando equipes do 6º Batalhão de Bombeiros Militar foram acionadas para atender à ocorrência de possível afogamento. No primeiro dia de operação, os militares realizaram uma varredura superficial entre as margens do rio utilizando câmera térmica, na tentativa de localizar a vítima.
Entretanto, os trabalhos não tiveram êxito, principalmente porque as testemunhas não conseguiram indicar com precisão o ponto exato onde o jovem desapareceu.
Mergulhadores enfrentam baixa visibilidade e fundo de lama
No domingo (2), as equipes retomaram os trabalhos após reunir novas informações com familiares, amigos e moradores que presenciaram o acidente. Os relatos serviram de base para delimitar a área onde Ian foi visto pela última vez.
Com o auxílio de equipamentos de mergulho autônomo, os bombeiros realizaram diversas incursões subaquáticas ao longo do dia. Segundo a corporação, o trecho apresenta profundidade entre seis e oito metros, fundo predominantemente lodoso e ausência de formações rochosas, fatores que dificultam significativamente as buscas.
Durante a operação, a embarcação utilizada pelos militares chegou a ficar presa em uma rede de pesca localizada a cerca de 50 metros da área onde os mergulhos eram realizados.
Marinha participa da ocorrência
Nesta terça-feira (4), as equipes deram continuidade às buscas no leito do Rio Doce com o emprego de mergulhadores especializados.
Além da atuação do Corpo de Bombeiros, a Marinha do Brasil também está no local realizando a perícia na embarcação envolvida no acidente. O trabalho busca esclarecer as circunstâncias que levaram ao tombamento do bote durante a travessia.
Até o momento, a vítima não havia sido localizada, e as operações de busca permanecem em andamento. As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.





















