- Resumo IA
• Josué, 9 anos, foi velado em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais.
• Morte ocorreu após ingestão de bebida supostamente dada pela mãe.
• Mãe foi presa por homicídio; irmã está hospitalizada.
• Polícia investiga substância ingerida e circunstâncias do crime.
• Cartas de despedida e laudos periciais são analisados.
• Caso causa comoção e expectativa por justiça na comunidade local.
Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

O menino de 9 anos, identificado como Josué Santiago Protásio, foi velado na tarde desta terça‑feira, 3 de março, às 18h, no Velório São Jorge, em Conselheiro Lafaiete, na região Central de Minas Gerais. O sepultamento aconteceu ao meio‑dia desta quarta‑feira, 4 de março, no Cemitério Santo Antônio, em Barbacena, com a presença de familiares, vizinhos e amigos que acompanham o caso com grande comoção.
Leia também — Menino de 9 anos morre após ingerir bebida oferecida pela mãe em Conselheiro Lafaiete
A morte de Josué, de apenas 9 anos, ocorreu após a criança ingerir uma bebida supostamente oferecida pela própria mãe, de 50 anos, em uma residência no bairro Santo Agostinho, em Conselheiro Lafaiete. Na madrugada do dia 3, o menino passou mal e não resistiu, mesmo após a realização de manobras de reanimação pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que constatou o óbito ainda no local.
Mãe presa em flagrante e irmã hospitalizada
A tragédia veio à luz depois que a irmã de Josué, de 14 anos, acionou a Polícia Militar, dizendo que a mãe e o irmão estavam passando mal dentro da casa. Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram a mulher e a adolescente em situação de extrema debilidade, com sinais de mal-estar relacionados à ingestão de uma substância desconhecida. A adolescente foi encaminhada a um hospital para avaliação e tratamento, enquanto a mãe foi detida em flagrante por homicídio e também encaminhada a uma unidade de saúde, sob acompanhamento médico.
A Polícia Civil assumiu as investigações do caso, classificando o caso como homicídio e destacando a necessidade de entender qual substância foi colocada na bebida, quem teve participação direta ou indireta no ato e quais as circunstâncias que levaram a criança a ingerir o líquido. A instituição informou que a perícia técnica realizou os primeiros levantamentos no local, incluindo a coleta de materiais, recipientes e vestígios que serão submetidos a exames laboratoriais detalhados.
Perícia, cartas e laudos ainda por vir
Entre os elementos que podem auxiliar nas investigações estão cartas de despedida encontradas no imóvel, cujo conteúdo será analisado por peritos para avaliar possíveis intenções de autódio, ameaças ou indícios de plano criminoso. A Polícia Civil também está ouvindo testemunhas e outras pessoas que possam ter visto ou percebido algo diferente no comportamento da mãe ou da família nas horas que antecederam o episódio.
Os agentes aguardam a conclusão de laudos periciais e do exame necroscópico, que indicarão, com maior precisão, as causas e circunstâncias da morte do menino, bem como a natureza química da substância ingerida. A partir desses resultados, a Polícia Civil poderá definir se haverá reclassificação do tipo penal, novas prisões, indiciamentos ou outras medidas, conforme a profundidade da investigação.
Comoção em Conselheiro Lafaiete
O caso repercutiu fortemente em Conselheiro Lafaiete e região, com moradores expressando tristeza e perplexidade diante da morte de uma criança de 9 anos em circunstâncias tão graves e envolvendo um parente direto. A notícia se espalhou rapidamente pelas redes sociais e grupos de conversa, com muitas mensagens de solidariedade à família, em especial à família materna, que perdeu a criança em um episódio ligado a uma situação de crise doméstica e possível instabilidade emocional.
A expectativa, agora, é que a Justiça e a segurança pública esclareçam com transparência os fatos, oferecendo ao público o máximo de informações possíveis dentro dos limites legais, sem ferir a intimidade da família, mas respeitando a gravidade de um caso que envolve a morte de um menino de 9 anos em um ambiente familiar, com a participação direta de quem deveria protegê‑lo.


















