Pela segunda vez na semana, governo promove posse secreta de ministros

Posses fechadas são uma prática nova no governo Bolsonaro, que costuma promover grandes eventos no planalto quando há troca de ministros.

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Por João Paulo Silva Publicado em 06/04/2021, 15:25 - Atualizado em 06/04/2021, 15:25
Palácio do Planalto. Crédito – Reprodução. Siga no Google News

Nesta terça-feira (06/04), o presidente Jair Bolsonaro repetiu o que fez na semana passada e, mais uma vez, decidiu realizar uma solenidade secreta para oficializar a entrada de novos ministros em seu governo. A posse de sete ministros, marcada para a manhã de hoje, foi um evento fechado no Palácio do Planalto, sem a presença da imprensa ou transmissões ao vivo pelos canais oficiais do governo, como habitualmente acontece.

O evento teve seu formato alterado três vezes. Em um primeiro aviso, a cerimônia contaria com a presença da imprensa, mas depois um novo comunicado relatou que a mesma seria “fechada”. Também nesta segunda-feira, a Secretaria Especial de Comunicação Social informou que não haveria transmissão ao vivo do evento. A informação foi divulgada pouco após às 9h, horário marcado para o início da cerimônia.

Três ministros, contudo, já foram empossados em cerimônias reservadas no gabinete do presidente: Anderson Torres, da Justiça e Segurança Pública e André Mendonça, da Advocacia Geral da União, tomaram posse na terça-feira passada. Antes, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi o primeiro do governo a ser empossado também em cerimônia secreta, no dia 23 de março.

Além dos ministros já empossados, Bolsonaro também oficializa. Nesta terça-feira (06), outras trocas ocorridas na equipe ministerial na semana passada. A deputada Flávia Arruda assume a secretaria de Governo, Carlos França vai substituir Nelson Araújo no Ministério das Relações Exteriores e os ministros militares que mudaram de pasta após Bolsonaro demitir Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa também serão oficializados.

A pasta da Defesa, agora será comandada pelo general Walter Braga Neto que deixou a Casa Civil. Em seu lugar, assume Luiz Eduardo Ramos que até então era responsável pela secretaria de governo.

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