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“Ou você coloca o pobre no orçamento ou a economia brasileira vai crescer para poucos”, afirma presidente Lula

Em entrevista na capital do Ceará, o presidente atribuiu avanços econômicos à distribuição de renda e políticas de inclusão
Publicado em Brasil
Data de publicação: 01/04/2026 17:53
Última atualização: 01/04/2026 17:53
01.04.2026 - Entrevista concedida à TV Cidade (CE) (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
01.04.2026 - Entrevista concedida à TV Cidade (CE) (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O Brasil consolida um ciclo de avanços socioeconômicos históricos. Em entrevista concedida nesta quarta-feira (1/4), em Fortaleza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU pela segunda vez e destacou o modelo de distribuição de riqueza como o motor do crescimento nacional.

Segundo o presidente, o sucesso dos indicadores — que incluem a menor taxa de desemprego da série histórica (5,4%) e um rendimento médio recorde de R$ 3.742 — é resultado direto de colocar o “pobre no orçamento”.

O “Milagre” da Distribuição de Renda

Para Lula, a inclusão social gera um efeito cascata que beneficia do pequeno comerciante à grande indústria. “Muito dinheiro na mão de poucos significa miséria. Pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de riqueza. O milagre é a distribuição da riqueza. Não tem outra solução. Ou você coloca o pobre no orçamento ou a economia brasileira vai crescer para poucos. Esse país é muito fácil de ser governado para 35% da população. Eu quero ver você governá-lo para 100%”, afirmou.

O presidente explicou que, ao garantir o poder de compra para itens básicos como alimentação e vestuário, a economia gira de forma orgânica: o consumo aumenta, o comércio contrata e a indústria produz mais.

Indicadores Econômicos em Patamares Históricos

Os dados recentes apontam para uma transformação estrutural na sociedade brasileira:

  • Redução da Pobreza: 8,7 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza e 3,1 milhões saíram da extrema pobreza.
  • Desigualdade em Queda: O país atingiu o menor nível de desigualdade já registrado em sua série histórica.
  • Estabilidade: O governo destaca a menor inflação acumulada em quatro anos e recordes nas exportações.

Diálogo Político e Reformas Estratégicas

Além dos índices sociais, o governo atribui a estabilidade atual à capacidade de articulação com o Congresso Nacional. Mesmo sem maioria absoluta, a gestão conseguiu aprovar medidas cruciais, como a Reforma Tributária e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

“Para um país dar certo, o governante tem que garantir estabilidade fiscal, econômica, social e política. Ninguém é pego de surpresa à meia-noite; tudo é feito com previsibilidade e à luz do dia”, concluiu o presidente.

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