- Resumo IA
• Mariana inaugura o Centro de Referência dos Direitos Humanos.
• O CRDH oferece apoio a grupos historicamente minorizados.
• A iniciativa é um marco histórico para as lutas sociais.
• Serviços incluem apoio à comunidade LGBTQIAP+ e orientação jurídica.
• Unidade promove rodas de conversa e ações formativas.
• Mariana reafirma compromisso com inclusão e respeito.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A cidade de Mariana deu um passo decisivo na consolidação de suas políticas de proteção social. Na última quarta-feira (22), a Prefeitura, através da Secretaria de Assistência Social, oficializou a abertura do Centro de Referência dos Direitos Humanos (CRDH). O novo equipamento público chega com a missão de ser um porto seguro para o acolhimento, orientação e promoção da dignidade humana no município.
O CRDH foi projetado para atender demandas de grupos historicamente minorizados, incluindo a população LGBTQIAP+, povos e comunidades tradicionais, além de abordar pautas étnico-raciais. A metodologia de trabalho baseia-se na escuta qualificada e no acompanhamento técnico rigoroso, atuando de forma integrada com a rede de proteção e garantia de direitos da região.
Um marco histórico para as lutas sociais
Para quem milita pelas causas sociais em Mariana, a inauguração representa a concretização de um sonho antigo. Edgar Barros, presidente do Conselho Municipal LGBTQIAP+ e morador da cidade desde a infância, celebrou o ineditismo da iniciativa.
“Ver esse espaço nascer na Primaz de Minas é fruto direto da organização de mulheres, pessoas pretas, quilombolas, migrantes e trabalhadores do campo. Isso nos dá o entusiasmo necessário para seguir lutando pelo aperfeiçoamento da democracia e pelo bem viver em nossa cidade”, afirmou Barros.
Serviços e atendimento especializado
O Centro não apenas inaugura um novo teto, mas amplia serviços que já eram fundamentais. Entre as frentes de atuação, destacam-se:
- Apoio especializado à comunidade LGBTQIAP+;
- Orientação jurídica e técnica para retificação de nome e gênero;
- Promoção de rodas de conversa e ações formativas;
- Atividades de sensibilização para o respeito à diversidade.
Raisa Campos, secretária do Movimento Mães da Resistência e conselheira LGBTQIAP+, destacou o impacto emocional e social da unidade, especialmente em um contexto nacional desafiador. “Como mãe de uma pessoa trans e sendo uma mulher indígena e LGBT, sinto orgulho. Em um país com altos índices de violência contra essa população, Mariana oferecer um espaço físico de segurança e encontro é de uma importância imensurável”, relatou.
Compromisso com o futuro
Com o CRDH já em pleno funcionamento, a Prefeitura de Mariana reafirma seu compromisso com a construção de uma sociedade plural e justa. A iniciativa busca transformar a gestão pública em um agente ativo contra o preconceito, garantindo que a “cidade dos encontros” seja, acima de tudo, a cidade do respeito e da inclusão para todos os seus cidadãos.




















