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Coisas do Cotidiano: Leia “Um Tempo que Passou”, por Antoniomar Lima

Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias.
Publicado em Colunas
Data de publicação: 28/11/2025 11:17
Última atualização: 28/11/2025 11:17
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.

O ano de 2025 está indo embora. Outros algarismos em surdina vão pedindo licença, atropelando todas as ameaças e notícias de que o mundo vai acabar assim ou assado, mas que, graças ao bom Deus, segue firme e forte, contrariando todas as expectativas de sua extinção e, consequentemente, de seus habitantes.

Mas, o mais importante é que a terra segue seu fluxo e estamos mais vivos do que nunca para celebrar mais um natal que se aproxima, trazendo a tiracolo mais um final de ano.

Dos natais de outrora guardamos saudades e lembranças das pessoas que se foram, sobretudo das que amamos e as próximas de nós e também dos costumes que nos eram mais usuais como, por exemplo, os cartões de vários tipos e gostos circulavam de casa em casa e mão em mão.

Enfim, foi um tempo que passou e que nos incita a dizer: “não se fazem natais como antigamente!” Tudo hoje é digital, abstrato e, às vezes, até superficial. 

Os abraços, as felicitações se particularizam, existe hoje um recolhimento por uma série de fatores inexplicáveis e, de certo modo, até compreensíveis que não vale a pena ficar remoendo. 

Mas mesmo com todas as “inovações” carimbadas pelas ações humanas, ainda assim, o sentimento cristão e a fé imorredouro na esperança de dias melhores perduram…

Os votos de “Feliz Natal e Próspero Ano Novo!” resistem mais pela força do cuidado do criador de todas as coisas, no qual, os que têm fé depositam toda a sua confiança, mesmo diante da avalanche de indiferença que tem sido o tom nas relações humanas do cotidiano. 

Sabemos que os presentes que damos e recebemos com tempo se deterioram, entretanto, não podemos esquecer que somente o amor de Deus, o amor ao próximo, o amor recíproco, esse amor é que fica independente de qualquer celebração que haja sobre a face da terra. 

Segundo a palavra sagrada, em 1 coríntios 13: 1-3: “ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.”

Laudate Dominum

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