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Coisas do Cotidiano: Leia “Últimos Tempos”, por Antoniomar Lima

Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias.
Publicado em Colunas
Data de publicação: 23/01/2026 11:28
Última atualização: 16/03/2026 19:18
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.

O caso das crianças desaparecidas no município de Bacabal, no estado do Maranhão, absurdamente segue sem solução. 

Parece que todas, ou quase todas as probabilidades de um termo bem-sucedido virou utopia, estão exauridas no intuito de achá-las.

As forças tarefas estão trabalhando diuturnamente e nada. Diante de tal impasse, a gente fica se perguntando: “onde elas estão?” “Como uma criança de quatro (4) anos e outra de seis (6) desaparecem assim, mato-a dentro, de uma hora para outra e ninguém dá conta do paradeiro delas?”

Tem que haver uma resposta para esse sumiço estranho e misterioso.

Se tem alguém por trás desse ato insano que, cá entre nós, literalmente de humano não tem nada, só tem o nome porque é algo imperdoável.

Pelo visto, é mais um caso que entrará para a lista de outras tantas incógnitas que tem aturdido e desafiado a imaginação das pessoas de bem nos últimos tempos.

Talvez, os “ultimos tempos” são as palavras que soam tristemente na constatação dos absurdos que somos peremptoriamente obrigados a ver, pois não está sendo fácil aceitarmos a avalanche de casos dessa e de outras naturezas no dia a dia. 

O fato é que crianças que não sabem se defender seguem desaparecidas e, por enquanto, só Deus sabe até quando isso vai perdurar… 

Mas o que mais revolta e impressiona é pensar que um ser humano – ou que se diz ser humano – teve  a coragem, a maldade de sumir com essas crianças, sabe-se lá para quê!?

Nós, pessoas de bem, ficamos na torcida, pedindo a Deus e regidos pela incansável esperança que essas crianças apareçam o quanto antes, descartando assim a pecha de mais um caso sem solução.

Laudate Dominum

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