- Resumo IA
• Autor escreve crônicas apenas no dia de envio, nas quartas ou sextas.
• Falta de inspiração impede a escrita em outros dias.
• Crônicas refletem sobre temas do cotidiano e comuns ao povo.
• É impossível um cronista abordar todos os assuntos sozinho.
• Sumiço de crianças em Bacabal lembra caso Madeleine McCann.
• O caso brasileiro envolve o desaparecimento de uma menina e um menino.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

Sempre digo para as pessoas que conheço e que acompanham as crônicas que escrevo no presente periódico que só consigo escrever as ditas cujas no dia de enviá-las para a redação, pois, comumente às envio na quarta-feira ou sexta.
Nos outros dias, por mais que eu force, não sai uma linha. Enfim, as ideias não me acodem, apesar de estar à minha disposição vários assuntos para serem explorados pelas lentes da reflexão e da imaginação.
Ao contrário de outros tempos que contava-se nos dedos, hoje em dia encontram- se cronistas para todos os casos e situações por esse mundo afora…
Ademais, sabemos que é humanamente impossível um só, por mais hábil que seja, tratar de todos os assuntos.
Portanto, cada um a seu modo, cata um assunto que possa suscitar alguma reflexão nos leitores que os acompanham. Entre estes, me incluo – e não é porque não merecem a atenção da minha pena os assuntos gerais, de maior abrangência – porém, antes de mais nada busco aqueles que estão mais próximos do povo mais simples, comentados, badalados por estes pelos locais da cidade: ponto de ônibus, nos cafés, nos restaurantes, etc.
O caso do sumiço das crianças em Bacabal, no Maranhão, por exemplo, segue sem solução…
Ninguém viu, ninguém sabe de nada. Esse caso traz à superfície da minha lembrança o caso da menina britânica Madeleine McCann de três (3) anos que, há dezoito anos atrás, em maio de 2007, sumiu num resort em Algarve, Portugal, enquanto dormia e que, vez por outra, ouvimos falar que alguém viu em tal lugar “assim e assado” como dizem os cariocas.
No caso brasileiro são dois: uma menina e um menino.
Será que o caso brasileiro terá o mesmo destino do caso britânico?
Laudate Dominum

















