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Coisas do Cotidiano: Leia “Será?”, por Antoniomar Lima

Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias.
Publicado em Colunas
Data de publicação: 28/01/2026 15:27
Última atualização: 28/01/2026 15:28
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.

Sempre digo para as pessoas que conheço e que acompanham as crônicas que escrevo no presente periódico que só consigo escrever as ditas cujas no dia de enviá-las para a redação, pois, comumente às envio na quarta-feira ou sexta. 

Nos outros dias, por mais que eu force, não sai uma linha. Enfim, as ideias não me acodem, apesar de estar à minha disposição vários assuntos para serem explorados pelas lentes da reflexão e da imaginação. 

Ao contrário de outros tempos que contava-se nos dedos, hoje em dia encontram- se cronistas para todos os casos e situações por esse mundo afora…

Ademais, sabemos que é humanamente impossível um só, por mais hábil que seja, tratar de todos os assuntos. 

Portanto, cada um a seu modo, cata um assunto que possa suscitar alguma reflexão nos leitores que os acompanham.  Entre estes, me incluo – e não é porque não merecem a atenção da minha pena os assuntos gerais, de maior abrangência – porém, antes de mais nada busco aqueles que estão mais próximos do povo mais simples, comentados, badalados por estes pelos locais da cidade: ponto de ônibus, nos cafés, nos restaurantes, etc. 

O caso do sumiço das crianças em Bacabal, no Maranhão, por exemplo, segue sem solução… 

Ninguém viu, ninguém sabe de nada. Esse caso traz à superfície da minha lembrança o caso da menina britânica Madeleine McCann de três (3) anos que, há dezoito anos atrás, em maio de 2007, sumiu num resort em Algarve, Portugal, enquanto dormia e que, vez por outra, ouvimos falar que alguém viu em tal lugar “assim e assado” como dizem os cariocas. 

No caso brasileiro são dois: uma menina e um menino. 

Será que  o caso brasileiro terá o mesmo destino do caso britânico? 

Laudate Dominum

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