- Resumo IA
• Encontrei uma revista antiga sobre o Rio São Francisco ao abrir caixas de livros de Goiânia.
• Senti vontade de escrever uma segunda crônica sobre o Velho Chico.
• A revista trouxe adendos sobre o rio, chamado de “Velho Chico”.
• O Rio São Francisco é conhecido por vários nomes, como “Nilo Brasileiro”.
• O rio liga o Sudeste ao Nordeste com seu rico ecossistema.
• Américo Vespúcio viu o rio, chamado Opará pelos indígenas.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

Ao abrir uma das três caixas de livros que eu trouxe de Goiânia, Goiás, me deparei com uma revista antiga que trata só do Rio São Francisco.
Por esse motivo e, ainda me sentindo impactado pela oportunidade de ter conhecido o Velho Chico, é que bateu a vontade de escrever uma segunda crônica sobre ele.
A revista me forneceu alguns adendos sobre esse Senhor. Permitam-me usar esse tratamento ao Velho Chico não só por ele ser um substantivo masculino – como poderia ser o feminino que eu não teria objeção alguma de usar – mas pelo tempo que vem resistindo aos insensatos ataques da parte de quem deveria cuidar para as futuras gerações, entre as quais a de sua própria descendência, mesmo se não tivesse, afinal de contas, o altruísmo é um mecanismo que temos – se quisermos pôr em prática, é claro! -, a nosso favor.
Além do nome “Velho Chico”, o Rio São Francisco recebe outros nomes: “Rio da Integração Nacional”, “Nilo Brasileiro”, “Rio dos Currais”, Opará (rio-mar), este último, creio que o primeiro, dado pelos indígenas e, quem sabe, outros mais, que não alcancei na minha modesta e precária pesquisa.
O Rio São Francisco é genuinamente verde, amarelo, azul e branco. Isto é, ele é nosso, pois liga o Sudeste ao Nordeste com seu variado e abundante ecossistema que, aliás, foi alvo de pesquisadores de várias partes do mundo e, suponho que ainda é, certamente por pesquisadores locais, principalmente.
Na pesquisa que fiz descobri também que o renomado navegador italiano Américo Vespúcio chegou a ver o Rio São Francisco que os indígenas batizaram de Opará (rio-mar), certamente mais caudaloso. Aliás, não duvido que tenha navegado por suas águas, ou pelo menos sentira vontade.
Laudate Dominum


















