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Coisas do Cotidiano: “Que Deus nos Proteja e Ajude”, por Antoniomar Lima

Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias.
Publicado em Coisas do Cotidiano
Data de publicação: 08/04/2026 13:49
Última atualização: 08/04/2026 13:49
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.
Antoniomar Lima é graduado em Letras (licenciatura em Língua Portuguesa) pela UFOP e já publicou dois livros de poesias. Crédito — Arquivo pessoal.

Quando presenciamos, lemos ou ouvimos falar de atos de violência contra algo ou quem quer que seja, a gente se pergunta: “para onde está caminhando a humanidade?”

O autor do “Analista de Bagé”, Luís Fernando Veríssimo (1936-2025), deu seu parecer: “Não sei para onde caminha a humanidade. Mas quando souber, vou para o outro lado.”

Essa pergunta é uma daquelas perguntas que deixam qualquer ser humano suspenso no ar, pensativo, sem encontrar uma resposta adequada, melhor dizendo,  definitiva. Pois, sabemos que, na verdade, a resposta, ou as respostas que chegam desanima diante de tudo que está acontecendo ao nosso redor, enfim, pelo mundo.

Mesmo cientes que somos pessoas honestas, de bem, idôneas, ainda assim, nos sentimos apreensivos, aturdidos, pois, atos de violência não têm dia, hora e lugar.

Venho de uma geração que não direi que não existia violência. Claro que existia, porém, em comparação com os dias atuais, a coisa parece que degringolou. 

Naquela época, pelo menos, podíamos caminhar sem temor de não voltar para casa. 

Hoje não é dizer que não temos esse pensamento, temos que tê-lo, senão não podemos nem sair na rua.

Nem as autoridades constituídas estão dando conta de conter ações extremas como o feminicídio e outros crimes hediondos e absurdos, apesar das propagandas de prevenção. 

Diante desse e de outros caos só nos resta confiarmos na proteção de Deus que, por incrível que pareça, ainda tem gente que não crer na sua intervenção. 

Crer ou crer, eis a questão!

Entretanto, posso – particularmente ou publicamente -, dizer: “Que Deus nos proteja de todo mal e nos ajude a encontrar o caminho certo!”

Laudate Dominum

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