- Resumo IA
• O VAR acabou com a “malandragem” no futebol.
• A Argentina talvez não chegasse à final em 86 com o VAR.
• O futebol profissional ficou mais chato com o VAR.
• O jogo agora é decidido nos mínimos detalhes.
• Juízes não são os únicos a decidir; câmeras ajudam.
• Sorte ainda é importante para o sucesso no futebol.Observação: O resumo é gerado por IA e revisado pela redação.

A copa do mundo de futebol está rolando, entretanto uma coisa creio que muita gente percebeu que a chegada do VAR decretou a extinção do futebol malandro.
Se não me engano, acho que falei em alguma crônica anterior que se o VAR existisse a mais tempo certamente em 86 a Argentina talvez não chegasse à final com aquele gol de mão de Diego Maradona contra a Inglaterra que posteriormente foi batizado pelos hermanos de “La mano de Dios”.
No meu ponto de vista é muita pretensão colocar o nome de Deus num lance que foi escandalosamente ilícito.
Enfim, já passou, faz parte do passado. Hoje em dia – mesmo com alguns erros bobos – não passa mais nada, pois as câmeras estão por todos os lados e atentas.
Não sei se as leitoras e os leitores concordam, mas especificamente o futebol profissional ficou chato. Em contrapartida, tirando a demora na hora do juízo, tendo o VAR, os times têm que mostrar competência, pois os olhares cibernéticos devassam os mínimos detalhes. E, como virou mania, os jogadores dizem ‘jogo é decidido nos detalhes’.
Diante disso, ninguém mais pode reclamar, pois não é só os juízes e bandeirinhas quem decidem, outros olhares mais argutos, não antes, mas depois, podemos dizer assim, é que darão o veredito final.
Como ainda, eu disse numa crônica anterior, em sintonia com a competência a sorte também é salutar e necessária.
Apelo de novo para os deuses do futebol para que a sorte conspire a favor da seleção brasileira porque a briga para chegar na decisão vai ser decidida nos detalhes.
E, como sabemos, os detalhes também pertencem à esfera da sorte e vou além: “se deixou de existir a malandragem a la brasileira com a bola nos pés, que os brasileiros possam dar de si o melhor em busca de, quem sabe, mais uma conquista.



















