“Escandalosa desigualdade”: diretor da OMS pede que países forneçam mais vacinas a países pobres

Apelo foi feito na assembleia ministerial da organização na manhã de hoje (24)

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Por João Paulo Silva Publicado em 24/05/2021, 13:54 - Atualizado em 24/05/2021, 13:54
Foto – Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS). Crédito – REUTERS/Laurent Gillieron/Direitos reservados. Siga no Google News

“A pandemia de covid-19 está sendo perpetuada por uma escandalosa desigualdade na distribuição de vacinas”, afirmou o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, na manhã desta segunda-feira (24). 

Durante assembleia ministerial anual da OMS, Ghebreyesus pediu que os países doem vacinas ao programa Covax para imunizar 10% da população de todos os países até setembro e 30% até o fim do ano.

O programa das Nações Unidas tem o objetivo de garantir que todos os países tenham acesso à vacinação. Tedros também pediu aos fabricantes de vacinas que comprometam 50% de seus volumes com o programa este ano.

Situação no Brasil

O número de óbitos registrados em decorrência da Covid-19 subiu para 449.068 no país, de acordo com dados repassados por secretarias municipais e estaduais de Saúde, nas últimas 24 horas.

Ainda de acordo com os dados das secretarias, o total de vítimas fatais da doença chegou a 860. A informação é de que ainda há 3.699 mortes em investigação, termo empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa continua sendo apurada, mesmo após a declaração do óbito.

Desde o início da pandemia, decretado em março de 2020 pela OMS, o total foi de 16,08 milhões. Só neste final de semana, foram registrados 35.819 diagnósticos positivos de Covid-19 no Brasil. Já o número de pessoas que se recuperaram da doença chega a 14.4 milhões.

O estado com maior número de mortes por Covid-19 é São Paulo, com um total de 107.614. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 49.515 óbitos. Já Minas Gerais responde, até o momento, por 39.086 óbitos, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

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